Consultoria
Diagnóstico de processo, arquitetura de solução e plano de adoção antes de escrever a primeira linha de código.
Muita empresa chega pedindo um sistema e o que ela tem é um processo caro. A consultoria existe para separar as duas coisas antes de qualquer contrato de desenvolvimento. Olhamos o processo como ele roda hoje, medimos onde o tempo e o dinheiro ficam parados e só então dizemos o que vale construir, o que vale comprar e o que vale simplesmente deixar de fazer.
Quando faz sentido
Se você reconhece dois destes, vale uma conversa.
- Existe um pedido de sistema novo, mas ninguém mediu quanto custa o processo atual.
- A mesma informação é digitada em mais de um sistema todos os meses.
- Já existe licença Microsoft paga e subaproveitada na empresa.
- Um projeto anterior de tecnologia entregou tela, mas não mudou o número da operação.
- A área de negócio e a área de TI discordam sobre qual é o problema.
Como conduzimos
Começamos acompanhando o processo com quem o executa, não com quem o descreve. Levantamos volume, tempo de ciclo, retrabalho e pontos de espera. Em cima disso desenhamos a arquitetura da solução dentro do que a empresa já licencia, com as integrações necessárias e os riscos declarados.
A entrega da consultoria é uma decisão apoiada em número, não uma apresentação. Você termina sabendo o que construir, em que ordem, com qual esforço e qual resultado esperar de cada etapa. Se a conclusão for que não vale construir nada, essa também é uma entrega válida e a dizemos com todas as letras.
O que você leva
Todo o material fica com a empresa: o mapa do processo, a arquitetura, o plano de etapas e a estimativa. Nada aqui prende você a contratar a construção conosco. Quando o projeto segue, a etapa de consultoria vira a base da proposta técnica e o escopo já entra declarado por etapa, com entrega, prazo e responsável.
O que entra
- Mapa do processo atual com tempo, volume e retrabalho medidos
- Arquitetura da solução dentro da licença que a empresa já tem
- Plano de adoção por etapas, com esforço e ordem de execução
- Estimativa de investimento e de resultado esperado por etapa
- Riscos e dependências declarados antes da contratação
Para quem
- Operações que já pagam licença Microsoft e não sabem quanto dela usam
- Áreas que precisam justificar investimento em tecnologia com número
- Empresas saindo de um projeto que entregou sistema sem mudar o processo
- Times de TI que querem uma leitura independente antes de abrir escopo
Como trabalhamos
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Diagnóstico
Entendemos o processo como ele é hoje, com quem executa. Sai daqui o número que o projeto precisa mover.
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Desenho da solução
Arquitetura, escopo e plano de adoção. O que entra na primeira entrega e o que fica para depois, decidido antes de começar.
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Construção em ciclos
Entregas curtas com a área usando o que já está pronto. Ajuste de rota é barato enquanto o ciclo é curto.
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Adoção e sustentação
Treinamento, acompanhamento do número combinado e evolução do que está no ar.